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25 de junho de 2014

Estrangeiros listam dez exemplos que o Brasil poderia exportar - Colaborador: Simone Melo.

Hábitos tipicamente brasileiros poderiam ser exemplo no Exterior

Atualizada em 25/06/2014 | 08h0208/05/2010 | 17h15
Estrangeiros listam dez exemplos que o Brasil poderia exportar Gilmar Fraga, Arte ZH/
Os hábitos de higiene dos brasileiros estão entre os itens lembrados pelos estrangeirosFoto: Gilmar Fraga, Arte ZH
Quais são os hábitos brasileiros que os estrangeiros gostariam de ver em seus países? Com base nessa pergunta, surgiu esta reportagem, numa proposta similar à dos “Dez exemplos que o Brasil deveria importar”, publicada em 28 de março de 2010. Os exemplos a seguir foram selecionados a partir de entrevistas com mais de 40 pessoas, que visitaram, moraram ou estão no Brasil, principalmente no Rio Grande do Sul.

Vale lembrar, é claro, que nenhum dos hábitos é unanimidade entre os viajantes de diferentes países – assim, uma prática pode ser exemplo para uns e não para outros. Tudo depende das experiências de cada entrevistado.
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Algumas práticas citadas, inclusive, podem causar um enorme estranhamento, uma vez que nós não as imaginamos como exemplares – como o depoimento de uma grega, que gosta do trânsito daqui, por se buzinar muito menos do que em Atenas. Os aspectos mais lembrados estão ligados ao otimismo, riso fácil e afetividade observados no país. 

– Os brasileiros, de modo geral, são alegres. Gosto do modo como encaram os problemas, sempre de bom humor – afirma Elaine de La Sierna, 22 anos, administradora, nascida em Cochabamba, na Bolívia. – O brasileiro é afetuoso, cordial, gosta do riso, do contato humano, mas isso é difícil de exportar – afirma o músico uruguaio Saul Garber, 57 anos.

1 - Festas

As festas no Brasil podem até começar mais tarde, mas com certeza duram mais. Em países da Europa e América do Norte, há leis contra vender bebidas alcoólicas depois de determinado horário. Há bares que abrem a partir das 2h, por exemplo, mas esses são bem mais caros.

–Eu adoro o horário das festas no Brasil, em que se volta para casa às 6h ou 7h da manhã. Na Grã-Bretanha, os pubs fecham às 23h ou 24h. Todos bebem o máximo possível até esse horário e ficam bêbados demais – comenta Harriet Francis, 32 anos, advogada.

– Achamos ótimo não ter que se apressar para beber até as 22h45min, como nos pubs britânicos. A única maneira de continuar a noite é ir a uma boate, onde as bebidas são mais caras e muitas vezes se cobra pela entrada – observa Christine Gaylarde, aposentada, 65 anos. 

2 - Abraço

O abraço entre amigos ou até desconhecidos foi lembrado por muitos estrangeiros, dos mais diversos países. 

– É muito comum esse hábito no Brasil. Tem o abraço entre homens e o abraço mais carinhoso, com as mulheres. Na França, é muito raro, talvez apenas entre a família. Gostei disso. Pode parecer insignificante, mas muda bastante as relações entre as pessoas, seja entre familiares, amigos ou desconhecidos. Quando voltei para a França, abracei meu pai, e ele estranhou – diz Boris Pravda-Starov, 25 anos, estudante, que morou em Porto Alegre.

– O abraço é muito bom. Ele pode melhorar as relações entres as pessoas. Os chineses não costumam demonstrar emoções, especialmente no que se refere à linguagem corporal: ninguém se abraça nem aperta a mão. É uma grande diferença – comenta Liu Da, estudante chinês, chamado de Miguel no Brasil.

3 - Atendimento

Um dos pontos em que houve mais discórdia entre os entrevistados foi o atendimento ao cliente. Britânicos e franceses, por exemplo, não gostam de ser abordados por atendentes em lojas ou supermercados. 

Entretanto, o italiano Alessandro Andreini, 40 anos, conta que uma das frases que mais gostou de ouvir em toda a sua vida foi “Você encontrou tudo o que procurava?”, dita pelo caixa do supermercado. Franco Luis Scandolo, 26 anos, argentino que morou na Itália, também ressaltou esse exemplo.

– O atendimento é um ponto forte do Brasil e se destaca pelo profissionalismo e cordialidade – opina ele.

4 - Jeitinho brasileiro

O tão comentado jeitinho brasileiro não fica de fora dessa lista. Latino-americanos, europeus e um sul-africano ressaltaram o lado bom dessa característica. 

– Os brasileiros sempre acreditam que há um caminho para se fazer alguma coisa, e isso os leva adiante – aponta Werner Trieloff, 29 anos, contador sul-africano.

– Quando meus pais me visitaram no Brasil, pude perceber melhor como os europeus realmente se estressam quando algo dá errado. Já os brasileiros ficam tranquilos – conta a estudante Ana González, 22 anos, da Espanha.

O filósofo americano Allan Taylor, 26 anos, resume:

– O jeitinho brasileiro explica o sucesso de quase todo brasileiro no Exterior. A improvisação é a grande arte do brasileiro. Na música, por exemplo, como no chorinho ou no samba, há muito espaço para improvisar. Acho que é por isso que o americano não sabe dançar samba nem jogar futebol.

5 - Compartilhar bebidas

Outro costume do Brasil que poderia ser exportado é o hábito de compartilhar bebidas.

– Compartilhar a cerveja, a caipirinha ou o chimarrão diz muito sobre a generosidade do brasileiro. No início, eu tive dificuldade de me acostumar a isso. O guatemalteco se serve no copo e gruda a mão nele até beber tudo – relata Martin de León McMannis, 22 anos.

Na primeira vez em que veio ao Brasil, a francesa Mathilde le Tourneur du Breuil, 32 anos, passou por um constrangimento por não conhecer esse costume:

– Eu estava com uma amiga francesa e nos deram um copo de caipirinha, numa festa. Nós pensávamos que era só para nós. Muito tempo depois percebemos que era para todos – lembra a professora de francês, hoje moradora de Porto Alegre.

– É um hábito bem legal, que funciona tanto com a cerveja, comprada para todos, quanto com o chimarrão – acrescenta ela.

6 - Estrangeiros são bem tratados no Brasil

A alemã Katharina Ockert, 25 anos, estuda na Unisinos. Apaixonada pelo Brasil, “apesar da grande pobreza e criminalidade”, e fã de vários costumes nacionais, ela avalia que os estrangeiros são bem tratados aqui e que os brasileiros esbanjam disposição na hora de ajudar:

– Lembro uma vez em que eu estava no centro, procurando um banco para retirar dinheiro e pedi informações para uma mulher na rua. Pensei que ela talvez poderia me explicar o caminho, mas ela pegou minha mão e me levou até dentro do banco! Fiquei muito feliz de receber uma ajuda tão legal.

A francesa Clémentine Athanasiadis, 19 anos, ressalta a importância dessa característica:

– Todos foram muito receptivos desde que eu cheguei à PUCRS. Isso é muito importante para os estrangeiros, porque nos sentimos um pouco perdidos no começo. As pessoas sempre me dão informações. Com um sorriso no rosto.

7 - Higiene

Os hábitos de higiene dos indígenas surpreenderam os europeus quando chegaram ao Brasil. Não se pode dizer que ainda se toma banho como os nativos do Brasil faziam naquela época, mas essa característica é uma das 10 coisas da qual Graham Gertz-Romach, britânico casado com uma gaúcha, que viveu por 21 anos no Brasil, sente saudades:

– Os brasileiros são muito limpos. Você não encontra tantos americanos ou pessoas do norte da Europa que tomem um banho por dia e escovem os dentes depois de cada refeição.

A francesa Nathalie Touratier, 25 anos, também percebeu isso:

– Eu fiquei surpresa ao ver todos os meus colegas de trabalho escovarem os dentes depois do almoço. É um hábito muito legal. Os franceses, quando estão no trabalho, geralmente mascam chicletes depois do almoço.

8 - Exercícios

Algo impressionante para estrangeiros das Américas e da África do Sul é a prática de exercícios físicos e o cuidado com a boa forma. Mas só é exemplo se não for excessivo, comenta Matthew Bender, 30 anos, tradutor, morador de Porto Alegre há cinco anos:

– A qualquer hora da noite ou do dia, você vê pessoas caminhando, correndo, jogando bola ou andando de bicicleta. Os brasileiros são muito ativos nos esportes, seja em busca de saúde, seja em busca de beleza.

A estudante Elia Arévalo, 24 anos, da Nicarágua, concorda:

– Acho ótimo quando fecham ruas para as pessoas se exercitarem nos finais de semana. Essa inquietude de se exercitar precisa ser exportada para vários países da América Latina.

O boliviano Mauricio Uriona considera que “o culto ao corpo” algo bom, não importa se por motivos estéticos ou de saúde: 

– No meu país as pessoas não cuidam de seus corpos.

9 - Carona

O engenheiro francês Manuel Gourmand, 24 anos, não teve dúvidas ao dizer qual é seu costume brasileiro preferido: o de dar (e receber) carona. A prática pode ser planejada por telefone ou mesmo nos bares ou restaurantes, quando se oferece uma carona inclusive para alguém que acabou de se conhecer.

– É uma coisa tão simples, e que, no entanto, não vi pela Europa. Lá cada um pega seu carro, e quem não tem carro, vai a pé. Mesmo se as pessoas vão para lugares muito próximos – explica Gourmand, que atualmente está em Passo Fundo.

– Na Europa isso não ocorre lá nem entre colegas. Ninguém pensa nessa possibilidade.

10 - Almoço
O almoço como principal refeição do dia é um exemplo para um britânico, um holandês e uma neozelandesa.

– Meu país poderia se beneficiar desse hábito. Os kiwis (neozelandeses) tendem a engolir um sanduíche à mesa do trabalho, e ter uma refeição pesada à noite. Mas um jantar mais leve é muito mais saudável – comenta Victoria Joy Winter, 28 anos, analista de marketing e moradora de Porto Alegre.

Um sanduíche no almoço e um lauto jantar também é algo comum na Holanda.

– Aqui é bom porque geralmente se come algo aquecido no almoço. Eu também gosto do bufê a quilo e rodízio – diz o estudante Marnix van.

3 de junho de 2014

1º Festival do Chopp do Grupo Pinto Caído

Nesta última confraternização semanal (29/05/14), além do tradicional churrasco, inventaram de fazer uma caldeirada da cabeça de peixe com legumes; invenção do José de Oliveira. Pasmem, informaram que o peixe tinha 40 quilos, parece história de pescador, mas na verdade a "boia", rendeu 02 panelas grandes (01 apimentada e outra normal). Todos os presentes adoraram a iguaria.

Mas nesta data foi especial, pois foi a entrega do caneco de chopp/convite para o Festival que esta sendo realizado, hoje e a procura foi grande.

A empolgação estava muito grande; contribuindo com R$ 70,00, com direito a chopp, caneco personalizado, refrigerantes, salgadinhos, caldos e show...

Em breve estaremos divulgando as fotos do evento.

Caldeirada do José de Oliveira
Com direito a torre de cerveja.

Os marmanjos, adoraram.

A turma do sereno.

Senador, José de Oliveira e Luizinho.

Papai Smurf, caprichando no churrasco.

Coronel Maizena, agora adepto da cerveja.

Os últimos canecos a venda.

A eterna chacrete Beth Boné, curtindo a confraternização.

Alguns aniversariantes do mês:
 Rui Gepeto e Beth.

Galera satisfeita.

As vendas dos canecos/convites, sucesso absoluto.

Marcão rodeado pelo Coronel Maizena e sua esposa Beth.

Equipamento de som que faz alegria dos amigos (celular + caixinha de som).
Cade as caixas de som compradas com a sobra do Carnaval????

Evento
Fotos: Bezerra.






















31 de maio de 2014

Esses animais...


Blog também é cultura - Ilhas Faroé.

As Ilhas Faroé1 ou Féroe2 3 4 (também conhecidas como Faroés ou Féroes; em feroês Føroyar ouFøroyarland, em dinamarquês Færøerne, e em nórdico antigo Færeyjar) são um território dependente da Dinamarca, localizado no Atlântico Norte entre a Escócia e a Islândia.
arquipélago é formado por 18 ilhas maiores e outras menores desabitadas que acolhem, ao todo, 47.000 pessoas em uma área de 1.499 km². Na ilha maior - Streymoy - encontra-se a capital, Tórshavn, com 16.000 habitantes (1999). As terras mais próximas são as ilhas mais setentrionais da Escócia (Reino Unido), que ficam a sul-sueste, e a Islândia, situada a noroeste.
São autônomos desde 1948, tendo decidido não aderir à União Europeia. Gradualmente têm alcançado maior autonomia e para o futuro tem se descortinado a possibilidade de tornarem-se independentes da Dinamarca.
Como território autônomo com a Dinamarca conta com um Alto Comissário - representante da Rainha da Dinamarca -, com um parlamento unicameral formado por 32 membros (Lagting) e com um primeiro-ministro chefe de governo.

Etimologia[editar | editar código-fonte]

O nome em português "Féroe", provem do nórdico antigo Færeyjar, que significa literalmente "ilhas das ovelhas" ou "ilhas dos carneiros", e chegou à nossa língua proveniente do francês Féroé (ao lado das alternativas francesas Faeroe e Faroe). Em dinamarquês actual o nome é Færøerne, e na língua local (feroêsFøroyar ou Føroyarland.

Ortografia[editar | editar código-fonte]

Em português existem múltiplas grafias em utilização que revelam as diferentes tentativas de transpor a pronúncia local e/ou dinamarquesa do vocábulo.
Assim, fontes linguísticas portuguesas adotam a grafia Ilhas Féroe (DOELP de José Pedro Machado;Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa de Rebelo Gonçalves5 6 ). Por oposição, o Código de Redação Interinstitucional da União Europeia utiliza Ilhas Faroé1 . No Ciber dúvidas da Língua Portuguesa o linguista A. Tavares Louro utiliza ainda a grafia Ilhas Faroé7 .
Nas fontes linguísticas brasileiras o Dicionário Houaiss opta por Ilhas Féroe, tal como as fontes portuguesas, aceitando também a grafia pluralizada Ilhas Féroes. Já o Dicionário Aurélio prefere Ilhas Feroé.
No campo dos órgãos de comunicação social quase todos – quer portugueses, quer brasileiros – usam indiscriminadamente uma miscelânea de grafias, sendo que algumas não estão (ainda) prescritas por fontes linguísticas. Em Portugal, a RTP usa as grafias: Faroe, Faroé e Feroé, enquanto o jornal Público opta por Faroé e Faroe, enquanto o seu próprio livro de estilo defende Feroé. Já na brasileira Globo, a preferência recai nas grafias Feroe, Faroe e Feroé, bem como Ilhas Faroes. No jornal Estado de São Paulo utilizam-se as versões: Feroe, Faroé, Faroe e Feroé. Por fim, a Folha de São Paulo alarga ainda mais as escolhas, utilizando: Feroe, Faroé, Faroe, bem como a grafia com plural Faroes. Este último usa ainda as grafias com trema Faröe e Faroë, bem como uma provável gralha (Farõe).
No campo político o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal usa oficialmente Ilhas Faroé, enquanto o Ministério das Relações Exteriores do Brasil prefere Ilhas Faroe.
Os gentílicos aplicáveis a estas ilhas são: feroês (feroesa; feroeses; feroesas) e feróico (feróica; feróicos; feróicas), este último normalmente associado à língua local.

História

A história conhecida do arquipélago inicia em 600 d.c. com sua colonização por irlandeses.
  • 600 - 800 d.c. - Desembarque de colonos irlandeses
  • 800 - Conquista e colonização por vikings noruegueses
  • 970 - 1280 - República
  • 1135 - Torna-se país tributário à Coroa Norueguesa
  • 1380 - Dinamarca e Noruega (incluindo as ilhas Faroés) realizam uma união monárquica
  • 1655 - 1709 - O Rei da Dinamarca confia as ilhas à família von Gabel como um estado feudal
  • 1709 - A coroa dinamarquesa novamente toma posse
  • 1720 - Administrada como parte da Islândia
  • 1776 - Administrada como parte do condado dinamarquês de Sjælland (Sealand - Zelândia)
  • 24 de Janeiro de 1814 - Reconhecida como possessão dinamarquesa pelo Tratado de Kiel
  • 1816 - Recebe o grau de condado
  • 12 de Abril de 1940 — 16 de Setembro de 1945 - Ocupação britânica durante a II Guerra Mundial
  • 14 de Setembro de 1946 - Referendo aprova a independência (48,7% a 47%). A independência é declarada em 18 de Setembro de 1946. É anulada pela Dinamarca dois dias depois.
  • 30 de Março de 1948 - Governo autônomo é permitido.
A ocupação britânica durante a II Guerra Mundial suspendeu os contatos com a Dinamarca e modificou o cenário político. Uma consulta popular demonstrou uma pequena maioria da população a favor da separação da Dinamarca. No entanto o Logting foi dissolvido para a realização de eleições gerais. O Logting eleito alcançou um acordo com a Dinamarca onde foram negociadas áreas de responsabilidade conforme o interesse da ambas as partes.

Geografia[editar | editar código-fonte]

Pico Slættaratindur
As ilhas Faroé são um arquipélago de 18 ilhas situadas junto à latitude 62 N e longitude 7 W. Entre o extremo norte e sul do arquipélago medeiam 113 km e 75 de leste a oeste. As suas costas têm um perímetro total de 1117 km.
As ilhas têm uma morfologia muito acidentada, rochosa, com costas alcantiladas recortadas por profundos fiordes. Nenhum ponto das ilhas está a mais de 5 km do mar. O ponto mais alto é o Slættaratindur, na ilha Eysturoy, com 882 metros de altitude.

Clima

O clima é oceânico, marcado pela influência moderadora da Corrente do Golfo, o que, tendo em conta a elevada latitude, suaviza as temperaturas invernais. Em Tórshavn não se registam temperaturas médias mensais negativas, oscilando estas entre os 0,3 °C em janeiro e os 11,1 °C em Agosto. A média anual é de 6,7 °C. A amplitude térmica é assim muito reduzida, com verões frescos e invernos suaves. A precipitação aproxima-se dos 1400 mm por ano, com um mínimo relativo na primavera e verão. O céu é em geral nublado, com frequentes nevoeiros. São frequentes os ventos fortes.

Política

Løgting, o parlamento das Ilhas Feroe.
A inexistência de autonomia política levou ao nascimento tardio - apenas na primeira metade do século XX - dos primeiros partidos políticos. Sambandsflokkurin (Partido da União) e Sjálvstýrisflokkurin (Partido Autonomista). Posteriormente surgiram o social-democrata Javnaðarflokkurin e o Conservador Nacionalista Fólkaflokkurin (Partido do Povo) que defenderam interesses comerciais. O Tjóðveldisflokkurin (Partido Republicano) surgiu em 1948 defendendo uma República Feroesa.

A relação com a Dinamarca

Nas eleições de 1998 o Partido da União - simpático à Dinamarca - obteve um mau desempenho sendo substituído pelo Partido Republicano - secessionista. Iniciou-se uma coligação que pôs em marcha um processo político com o objetivo de alcançar a soberania total. Em 2002 o Landsstýri - governo local - e o governo dinamarquês iniciaram negociações a respeito da soberania faeroesa sem o rompimento de uma "commonwealth" com a Dinamarca. Chegou-se a um impasse e essa negociação acabou por não apresentar resultados.
Em 2002 - novas eleições - e modificação no cenário político. O Partido do Povo e o Partido Autonomista perderam suas cadeiras para o Partido da União. Mesmo assim o governo local - Landsstýri - foi composto pela coligação dos Partidos do Povo, Republicano, Autonomista e do Centro - partido pequeno que se fundiu ao Autonomista.
Em 2011, um novo projecto de constituição das Ilhas Faroé está sendo elaborado. No entanto, o projecto foi declarado pelo ex-primeiro-ministro dinamarquês, Lars Løkke Rasmussen, como incompatível com a Constituição da Dinamarca e se os partidos políticos das Ilhas Faroe quiserem continuar então eles deverão declarar a independência8 .

Economia

Tórshavn, capital do país.
Hvalvík em Streymoy nas Ilhas Faroé, no Inverno
Igreja em Vagur
Os recursos naturais são escassos. A vegetação - gramíneas - dos morros é utilizada para a criação de ovelhas. Em algumas partes da ilha de Suðuroy, existem alguns depósitos de lignito, úteis como combustível.
No mar - nos peixes - é que está a grande riqueza da nação faroesa. A pesca é responsável por 96 a 98% das exportações realizadas e praticamente todo o comércio deriva dos produtos capturados no mar. Dentro do limite de 200 milhas marítimas são encontradas espécies como bacalhauarincaargentina-douradafaneca da Noruegaalabotetamborilpeixe vermelhopechelimsalmão e arenque. A piscicultura de salmão e truta é um setor que tem crescido e contribuído para o crescimento da balança comercial.
Outros artigos presentes são navios - de aço, pesqueiros, de carga - que respondem por 2% de tudo que é vendido ao exterior. Estima-se que existam reservas petrolíferas no subsolo oceânico faroês e têm sido realizadas prospecções com sinais positivos.
Aeroporto
O aeroporto Vagar (EKVG) é o único na ilha. Foi construído na segunda guerra mundial pelos militares ingleses, mas hoje é um aeroporto civil. Perto do aeroporto, existem 7 heliportos, mas nenhum deles está representado no cenário.

Cultura[editar | editar código-fonte]

Religião

A religião tem uma parte importante da cultura feroese. Nas Ilhas Feroe predominam as religiões cristãs, sendo a maior delas o luteranismo, além de outros protestantes, alguns católicos, Testemunhas de Jeová e bahá'is.
Cerca de 87% da população pertence à igreja estabelecida do estado, a Igreja das Ilhas Feroé, sendo o restante dividido entre outras denominações cristãs e poucas crenças não cristãs.

Caça às Baleias-Piloto

A caça anual de Baleias-piloto é uma atividade tradicional do povo faroese, sendo considerada tão antiga quanto a própria colonização viquingue. Essa importante atividade econômica permanece sendo executada pela população local, sobrevivendo intacta apesar das sucessivas tentativas, por parte de diversos organismos não governamentais sustentados por governos estrangeiros, de ataque à sua soberania, com o intuito de neutralizar estes traços culturais em virtude de uma agenda ambientalista. Um dos argumentos para que a caça seja mantida é a obtenção de alimentos pela população, visto que em tais ilhas a produção de alimentos fica prejudicada durante grande parte do ano devido ao clima extremo. A carne obtida, geralmente, não permanece apenas com os caçadores, essa é distribuída gratuitamente à população. Durante o abate das baleias na enseada procura-se cortar primeiramente o principal nervo responsável pelo envio de impulsos nervosos ao cérebro do animal. Essa estratégia visa diminuir a dor dos animais, porém provoca a eliminação de muito sangue na água. Imagens de caçadores agindo em enseadas avermelhadas pelo sangue unidas à pauta ambientalista resultam em protestos de diversos grupos protetores dos animais.
No dia 23 de maio em Hvalvik, em um tipo de caça conhecida como “grind”, uma grande família de baleias - incluindo filhotes e fêmeas grávidas - foi conduzida por barcos para uma enseada, onde seus integrantes foram abatidos.

Aprendam !!!


28 de maio de 2014

Bares do Rio garantem chope e cerveja de graça na Copa do Mundo - Colaborador: Jornal O Dia.

Estabelecimentos oferecem dose dupla e outras promoções. Confira o roteiro

HELIO ALMEIDA
Rio - Copa do Mundo ainda não começou, mas os bares do Rio já entraram em campo na disputa por clientes que vão assistir, comendo e bebendo, aos jogos da competição. Muitos estabelecimentos servirão chope de graça para atrair o freguês, o que empolga torcedores. Os comerciantes aguardam um grande público para as partidas nos telões que serão instalados.
O gerente Cláudio Cavalcante, do Petisco da Vila, espera que o público seja grande: ‘A cada gol do Brasil será uma rodada por conta da casa’
Foto:  Paulo Araújo / Agência O Dia
Um dos bares é o tradicional Petisco da Vila, em Vila Isabel, Zona Norte da cidade. A cada gol da Seleção Brasileira, a casa dará uma rodada grátis da bebida, que custa R$ 5, a caldereta. “A cada gol do Brasil é uma rodada por nossa conta”, garantiu o gerente Cláudio Cavalcante, que vai reforçar a equipe para atender a procura à alta. 
Já a dose dupla de cerveja durante os jogos do Brasil estará no Espírito do Chopp, na Cobal do Humaitá, na Zona Sul. O cliente que comprar uma long neck da Budweiser (R$ 7,40), por exemplo, ganhará outra. Para ter o serviço, é preciso acessar o site Pedida Certa (pedidadehoje.com.br) e gerar o código que dará direito à segunda cerveja.
“É a forma que encontramos para atrair o cliente”, explica o gerente Geandro Fonseca, acrescentando que o número de vouchers pode variar de 3 a 7 cervejas grátis, dependendo do dia do jogo.
A rede de restaurantes Norte Grill também oferecerá chope grátis (hoje custa R$ 6,90, a tulipa) a cada gol da Seleção em todas as unidades no Rio. A casa que já tem rodízio de pizzas, carnes e buffet de saladas, vai instalar mais televisores, que ficarão distribuídos pelo salão.
Mesmo os bares que não terão dose dupla especial fazem ofertas para os jogos. O Reza Forte, um dos mais movimentados do Baixo Méier, na Zona Norte, vai trabalhar com baldes de cerveja em lata, com 10 unidades por R$50 (com serviço do garçom já incluído). “Na Copa das Confederações recebemos 8 mil pessoas em um dia. Acreditamos que vai aumentar para 11 mil”, disse o sócio-proprietário Geraldo Farias.
SAIBA MAIS
PETISCO DA VILA
Chope R$ 5. A cada gol do Brasil, uma rodada grátis. Terá roda de samba antes, no intervalo e depois dos jogos do Brasil, que serão transmitidos no telão. Boulevard 28 de Setembro 238, Vila Isabel. De 9h até o último cliente. Tel.: (21) 2576-5652.
ESPÍRITO DO CHOPP
Cerveja Budweriser por R$7,40. A segunda é grátis com apresentação do código gerado no site (pedidadehoje.com.br).<MC1> Área aberta terá telão e, dentro, a televisão transmitirá os jogos. Rua Voluntários da Pátria 446, no Humaitá. De 11h às 2h. Tel.: (21) 2266-5599.
NORTE GRILL
Chope a R$ 6,90. Toda a rede oferece a promoção da bebida grátis a cada gol da Seleção Brasileira: Barra, Madureira, Cidade Nova e Nova Iguaçu. Haverá televisões e telão. A casa funciona de 11h até o último cliente. Tel.: (21) 2488-1611.
REZA FORTE
Balde com dez cervejas por R$ 50. Rua Tenente Cerqueira Leite 7, Méier. Os atrativos são sinuca e karaokê. De 11h à meia-noite. No sábado, funciona até as 4h. Tel.: (21) 3271-4762.
BUXIXO
O torcedor pode pagar ingresso de R$ 80 com direito a consumação de R$ 30 e área reservada no bar. Cervejas em lata serão vendidas fora do cercado. Avenida Maracanã 760, na Tijuca. Tel.: (21) 2264-8484.